quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Ficção, delírio ou cinismo...
"Na ficção que tenta vender à população, a governadora diz que apóia as investigações. Na vida real, sua base parlamentar trabalhou (e trabalha) para impedir qualquer investigação. Na vida real também, Yeda procura posar de vítima, apoiada por uma pesada operação publicitária que despeja milhões de reais nos meios de comunicação do Rio Grande do Sul. Operação esta, aliás, já questionada pelo Tribunal de Contas." do RS Urgente. Leia na íntegra clicando AQUI !
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Impeachment ainda virá...

Nota do deputado Marcon afirma que "Impeachment de Yeda virá das urnas".
Tomara, companheiro! Tomara!
O deputado Marcon (PT) lamenta que a base do governo Yeda (PMDB,PSDB,PP,PTB,PPS) tenha rejeitado, por 30 votos a 17, o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius na Assembleia Legislativa, apresentado pelo Fórum dos Servidores. As bancadas do PT, PCdoB, PSB e DEM votaram pela continuidade do processo. E o PDT votou dividido: dos cinco integrantes presentes, dois votaram pelo arquivamento. Para Marcon, o verdadeiro impeachment da governadora e dos deputados que votaram pelo engavetamento do processo virá das urnas, no dia 03 de outubro de 2010.
A oposição apresentou voto em separado (espécie de relatório paralelo), defendendo a continuidade do processo. A justificativa é de que “por ação ou omissão em atos de corrupção e omissão diante da prática de diversos atos ilegais de seus subordinados, a governadora adotou uma conduta incompatível com a dignidade, honra e decoro do cargo, o que constitui crime de responsabilidade”.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Quem pagou a conta de FHC?
“QUEM PAGOU A CONTA?” Obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders .(editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro)Assunto: LIVRO BOMBA ACUSA FHC
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Dia 15 d eOUTUBRO
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Nita Freire e as escolas itnerantes
O MST denuncia que desde o início do ano, governo estadual e o Ministério Público Estadual (MPE) assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que decidiram fechar, sem consultar os pais, as escolas itinerantes. Desde então, o governo estadual não cumpriu com o que foi firmado no TAC, que é garantir transporte público às crianças nos municípios em que há acampamentos. É o que ocorre hoje em São Gabriel, em que 400 crianças assentadas e acampadas estão sem estudar desde o início do ano.
A atividade faz parte da Jornada de Lutas dos Sem Terrinhas que ocorre em todo país nesta semana.
Jornalista Responsável: Kiko Machado – MTBRS 9510
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
RAUL PONT
e a oportunidade de falar, por telefone, com o companheiro Raul Pont. Deputado estadual do Partido dos Trabalhadores, uruguaianense que muito orgulha a todos os gaúchos e gaúchas.Apesar da recente "pastelada/tucanada" na Assembléia Legislativa, falamos de outros asuntos e de uma próxima vinda dele à Uruguaiana em meados de novembro. Raul estava na estrada, a caminho de Candiota, antes havia passado por Pelotas e continuará "singrando" nosso Rio Grande na esperança permanente na mudança... aquela, que como diz a canção é "(...) a bandeira vermelha na mão do povo".
Raul é exemplar na sua atuação política. Como poucos consegue exaurir temas em terrenos arenosos, construir entendimentos, consensos, sem cair em armadilhas dos pragmáticos, sem abrir mão de príncípios. Raul é exemplo internacional de luta contra as discriminações, em defesa da igualdade, pela promoção e garantia de direitos; pela transparência administrativa aliada a métodos participativos de gestão. Raul em história; presente, passado e futuro de boa política. Ao impedirem as justas investigações e mandarem o pedido de "Impedimento" da governadora YRC às favas, a tucanalha de plantão também tentou arrastar para o pântano da desfaçatez e do cinismo uma figura com Raul. Triste forma de fazer política a dessa turma. Sem acreditar que mereçam a polêmica que tentam criar para disfarçar o constranfgimento que obrigatoriamente devem sentir, reproduzo abaixo nota do Deputado Raul:
Em decorrência da versão disseminada nos meios de comunicação sobre a sessão de votação da admissibilidade do pedido de impeachment da governadora, na noite de quinta-feira (8), esclareço que:1- Não falei, não toquei, não fiz qualquer ameaça à relatora do processo, Zilá Breitenbach (PSDB) e nem “dei tapa” em microfone;2- A versão disseminada pelo PSDB e pelos aliados da governadora Yeda Crusius não condiz com a realidade dos fatos e se configura numa tentativa desesperada de vitimizar, perante a opinião pública, os verdadeiros algozes do povo gaúcho;3- A violência praticada durante a sessão partiu daqueles que, para atingir seu intento, rasgaram a Constituição, o Regimento Interno do parlamento e a legislação que estabelece o rito do processo;4- Afronta à população foi o fato de o presidente da comissão especial ler o parecer do Procurador-Geral da Assembleia Legislativa e agir no sentido oposto, garantindo voto a um deputado sem representação na comissão, pois já mudara de partido, mas decisivo para aprovar a farsa. Sem ele, não haveria quorum – maioria absoluta – para assegurar o arquivamento do processo contra a governadora;
5-Desrespeito ao povo foi decisão do presidente e da relatora de ignorar o material sob sigilo, de não ouvir o MPF e os signatários do pedido de afastamento da governadora e de desconsiderar as reuniões subscritas por dez deputados para a realização de diligências. Ao invés disso, dedicaram-se à produção de um relatório chapa branca que encobre a verdade e envergonha o Rio Grande do Sul.
Deputado Raul Pont Vice-líder da Bancada do PT na Assembleia Legislativa."

Neste instante em que escrevo deverá estar começando a falar, na Câmara Municipal de Uruguaiana, uma mulher de expressivo papel na história recente da política gaúcha. Stela Farias preside a CPI da Corrupção, desbaratando um espetáculo de horrores dignos da ficção científica e dos mestres do cine Trash!
Stela também, com sua atuação firme e esclarecida, tem incomodando profundamente alguns senhores (e senhoras), acostumados a verem nos Parlamentos apenas as vozes dóceis dos seus representantes ou de seus vassalos.
Mas é preciso que saibam estes senhores que hoje, nos gabinetes, na AL, mas também nas ruas, existem milhares de vozes que não se calarão diante dos desmandos e das tucanagens que o RS tem vivido. E que a resposta há de vir, forte e clara, porquê "apesar de você(s); amanhã há de ser outro dia!"

